
"A escuta é o espaço onde o indizível encontra forma."
Presença, silêncio, atravessamentos — é desse lugar que começa o trabalho.

Sobre mim
e meu percurso
A psicologia sempre foi, para mim, uma forma de escutar o que não é dito — de acolher aquilo que se inscreve entre as palavras, mas também nos silêncios.
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Sou psicóloga formada pela PUC-PR e pós-graduada em Saúde Mental e Desenvolvimento Humano. Além das formações acadêmicas, realizo formação no Instituto Gerar, com foco em Psicanálise, Parentalidade e Perinatalidade — campos que aprofundam a compreensão das origens da vida psíquica, dos laços familiares e das transformações implicadas na experiência de ser pai, mãe ou filho.
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Entendo a formação como um processo contínuo. Por isso, busco estar constantemente em diálogo com a psicanálise e com os debates contemporâneos, participando de grupos de estudo, eventos e espaços de interlocução teórica e clínica que sustentam e refinam minha prática.
Minha trajetória profissional passou por diferentes instituições, mas foi na clínica que encontrei um espaço privilegiado de encontro. Cada pessoa que chega traz uma história singular, e é a partir dessa singularidade que o trabalho se constrói. Interessa-me aquilo que emerge em cada fala — o que se anuncia, mas ainda não tem nome; o que insiste, se repete, ou se cala.
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Meu trabalho é orientado pela teoria psicanalítica, o que significa que minha escuta se dirige ao inconsciente — às camadas mais sutis da experiência humana, onde se articulam afetos, conflitos e repetições que se manifestam no cotidiano.
O espaço e suas possibilidades

A psicanálise oferece um espaço de palavra — um lugar onde aquilo que inquieta, retorna ou silencia pode ser colocado em movimento.
Nos nossos encontros, você poderá falar livremente sobre o que atravessa sua história — seus medos, desejos, repetições e incertezas — sem pressa, sem roteiro, sem julgamentos.
Ao transformar pensamentos em palavras, algo se desloca. A escuta psicanalítica permite que novas perguntas emerjam, que sentidos sejam revisitados e que caminhos antes invisíveis comecem a se desenhar.
Cada percurso é singular. Não há promessas de respostas prontas, mas há a possibilidade de construir algo novo a partir do que se apresenta. E, nesse movimento, a vida pode ganhar outros contornos.
Como funciona
Vamos começar?
Se sentir que é hora de olhar para dentro, dar nome ao que ecoa em você e encontrar novos sentidos, podemos começar por uma conversa. Estou por aqui.

